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Entre ser e estar

Medos, sonhos, sentimentos e sentidos alerta. Aqui ficam as doçuras, no outro as travessuras.

Entre ser e estar

Medos, sonhos, sentimentos e sentidos alerta. Aqui ficam as doçuras, no outro as travessuras.

Lisboa

Carros.

Movimento.

Gente que corre em busca de um lugar que não conheço.

Gente que vagueia sem destino.

O riso da criança que fala com o homem-estátua.

Outra que reclama porque não a deixam trepar à estátua do calceteiro.

Lisboa.

Os risos de uns, as imprecações de outros, os olhos no chão de tantos.

Sento-me num banco no meio da Praça.

E vejo. 

As gentes, o castelo, a brisa no cabelo, o sol na cara.

À procura do silenciamento destes pensamentos,

Que me ensurdecem e me deixam na escuridão.

Em frente

Sempre em frente, adiante, cada vez mais longe.

Cada revés faz dar um passo (ou mais) atrás, 

mas seguimos em frente.

Cada dor, cada vento contrário,

defrontamo-lo com força e energia,

para que a marcha siga em frente.

não importa a dor,

nem o cansaço,

ou a tristeza.

Seguimos sempre em frente.

Seja para onde for.

Sempre em frente.

mas sem nos enfrentarmos.

Porque essa dor, sim,

essa poderia ser o nosso travão.

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