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Entre ser e estar

Medos, sonhos, sentimentos e sentidos alerta. Aqui ficam as doçuras, no outro as travessuras.

Entre ser e estar

Medos, sonhos, sentimentos e sentidos alerta. Aqui ficam as doçuras, no outro as travessuras.

Dores

Por vezes pergunto-me o porquê de tanta discrição, porque manter o íntimo recatado.

Por vezes apetece-me expôr de forma quase devassa a intimidade das minhas dores.

As lágrimas que foram secando, não deram fruto, não deram alívio.

Se a gritar desaparece? Se a declamar amortece?

Sinto que quando o grito se cala, morde pela calada.

Mas mantê-lo íntimo, permite gerir a dor, a saudade, a tristeza, ou o que quer que isto seja.

Torno-me funcional durante o dia e trabalho a dor durantes as longas noites. Em silêncio.

No recato dos meus sonhos dou a liberdade aos sentimentos, manejando com cuidado as ingerências da insónia que acaba por surgir.

Quando cansada de lutar, deito a cabeça sobre a doçura da almofada, afogo(-me) (n)as lágrimas, e aninho-me no embalar das minhas ilusões, reinventando coragens para a manhã que se aproxima.

E deixo ficar na intimidade de cada dia, a dor que me assalta no escuro da noite.

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