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Entre ser e estar

Entre ser e estar

Fantasia de poeta

Quando eu for grande, quero ser poeta boémio/escritor.

Inventar palavras novas que não encontro para ti. Desensejo. Cerebrepaixão.

Ser piloto de borboletas.

Navegador de mares incertos.

Domador de feras mansas.

 

Quando eu for grande quero ser pequeno de novo e fazer dos meus sonhos o cavalo selvagem que me atira ao chão.

Deixá-lo levar-me à desgarrada e respirar com ele os verdes azuis amarelo negros da paisagem da minha paixão.

Agarrar-me com ambas as mãos à sua crina e ir veloz.

E quando a paisagem se fundir numa amálgama de arco-íris, largar as mãos, abrir os braços e entregar o peito às balas da tua ilusão. 

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