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Entre ser e estar

Medos, sonhos, sentimentos e sentidos alerta. Aqui ficam as doçuras, no outro as travessuras.

Entre ser e estar

Medos, sonhos, sentimentos e sentidos alerta. Aqui ficam as doçuras, no outro as travessuras.

Não me olhes

Não me olhes de soslaio quando se fala de amor.

Não percebo como podes pensar que não sei o que isso é.

Colaste-te à minha pele.

Tenho na minha memória o teu cheiro.

A tua voz. O teu quase toque.

E a desgraçada de vez em quando apanha-me desprevenida

e traz-me de volta a recordação de ti.

Não me olhes de frente,

com o teu sorriso que me tolda os pensamentos.

Acredito que na verdade sabes o que se passa aqui 

E isso sabe-te bem.

Zango-me comigo mesma, quando cedo

Aos meus próprios pensamentos.

E castigo-me fugindo desse olhar.

Não me olhes assim.

Sei que na verdade nada queres.

Mas tranquiliza-te ter-me por perto.

Satisfaz-te a solidão dos tempos que passam.

Quem sabe?

Talvez um dia só nos olhemos quando olharmos para trás.

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